No início da minha jornada para os concursos de Tribunais, eu passava seis horas diárias assistindo a aulas gravadas e fazendo anotações perfeitas. O resultado nos primeiros simulados foi um balde de água fria: meu percentual de acertos não saía dos sessenta por cento.
A Ilusão de Competência do Estudo Passivo
Assistir a um professor explicando doutrina traz uma falsa sensação de domínio do conteúdo. No entanto, quando nos deparamos com a questão sem a mediação do docente, a memória de curto prazo falha e as pegadinhas da banca funcionam.
Percebi que precisava inverter a lógica da preparação e colocar a resolução de questões no centro da minha rotina diária.
A Virada de Chave com o Estudo Ativo
Substituí horas de vídeos por sessões intensas de questões comentadas e mapas mentais desenhados à mão. Em três meses de estudo ativo com foco em lei seca e jurisprudência, minha média de acertos saltou para oitenta e cinco por cento.
Construindo o Caminho Até a Aprovação
Trocar o conforto da vídeoaula pelo desconforto de errar questões no dia a dia foi o passo decisivo para cruzar a ponte de corte. O estudo ativo exige mais energia, mas entrega o resultado que coloca seu nome no Diário Oficial.
